Ele era um pauta clara, de tons leves, porém precisos, harmoniosos, preenchidos com amor, e por amor. Fazia dos lugares onde passávamos lindos castelos, bosques, lugares dignos que estarem escondidos ao final de um arco-íris, e fazia isso para que a princesa aqui, existente apenas em sua mente, passasse desfrutando o melhor dos nossos momentos. Contudo, para ela, não havia nada de mais importante e especial do que a presença dele, e ela nunca esqueceu a paz que lhe trazia.
Ele era um projeto posto em prática, um rascunho que foi à tona, mas por capricho, por vontade, ou por charme, sendo quase feito de lápis, era, no entanto, incorrigível. Quando cantava, não era a melodia, era mais a voz sincera, doce a me acalmar, era como se o mundo se resumisse no breve espaço de ouvi-lo, senti-lo, abraçá-lo. Eram notas carinhosas que me atingiam com tudo, em cheio, direto do lado esquerdo do peito, eram laços feitos com carinho, sinceridade, segurança, respeito e, principalmente, amor primeiro, aquele que nasce na inocência, na doçura e no bem-querer da adolescência, iniciando a primavera das paixões primeiras. Assim era o Ícaro, amor pautado em versos simples, carinhosos, inesquecíveis.
[ Aqui está sua homenagem esperado há muitos meses né Ícaro, desculpe a demora! hehe ]

sabe que eu te amo e sempre amarei (L)
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