Pequena, suave, delicada, era a pipoca mais doce, sem "nem' ou 'talvez'. Aquele bordado inglês no suéter com que dormia não negava, era inteira amores e transbordava um sempre querer mais. Ria dos que não compreendiam as mulheres, afinal era era um livro claro, objetivo, de fácil entendimento: queria ser a bela mais bela entre todas elas, e não vacilava. Ela era Ana, Ana de Amsterdã.
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