Chega um dia em que até o mais livre dos pássaros é aprisionado. Não por acaso, muito dono de si, ele se deixa aprisionar. Talvez para sentir a dúvida de uma existência não- livre, a tentação do errado, da fuga, o medo da rotina, do tédio.E o tempo passa, a gaiola não é ruim, há comida, abrigo, e amor.
Mas, comida e abrigo são oferecidos sempre e em qualquer lugar aos doces voadores.
E amor.. Ah! O amor nunca foi suficiente.
Mas, comida e abrigo são oferecidos sempre e em qualquer lugar aos doces voadores.
E amor.. Ah! O amor nunca foi suficiente.
Eis que chega a hora tão temida, porém muitas vezes desejada. A porta da gaiola se abre, forçada ou espontânea, e ele voa.Praticamente se joga, uma entrega completa ao que de mais belo o mundo lhe tem a oferecer, na busca incansável de viver, permanentemente, no céu, sem nunca mais precisar tocar o chão. Vai livre e sereno, alçar vôos cada vez mais altos, sonhos cada vez mais bonitos, amores cada vez mais fortes.
E as gaiolas, estas sempre ficam, no passado e na lembrança. Passe o tempo que passar seja qual for a gaiola e os laços que o prendem, todo verdadeiro pássaro jamais deixa de voar. E eu...Encontro-te por aí, em algum lugar do céu, feliz e a festejar. Pois, pássaro que sou, não demora e logo voltarei a voar.
E as gaiolas, estas sempre ficam, no passado e na lembrança. Passe o tempo que passar seja qual for a gaiola e os laços que o prendem, todo verdadeiro pássaro jamais deixa de voar. E eu...Encontro-te por aí, em algum lugar do céu, feliz e a festejar. Pois, pássaro que sou, não demora e logo voltarei a voar.

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