03 julho 2010
Andando pelas ruas, ladeira abaixo avisto ao longe você. Como se a cidade te oferecesse a mim, como se a lua marcasse um encontro a tempos desejado. Você que sentado ao pé da árvore,é como se fizesse pose. Você que, desatento, não vê que tira minha atenção. Você que fala versos, palavras soltas, frases manjadas que insistem em soar como melodias doces, sinfonias de amor aos meus ouvidos. Você que mesmo longe, cada dia mais perto de mim está. Você que quando pensa em ir, já estou de malas prontas para acompanhar. Você que nem sabe que eu existo, mas há tempos protagoniza meus sonhos. Você que vive por aí, e eu a querer viver com você. Você que nunca me viu, e eu que sempre te amei.
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